«ilegalización» de FAU Berlín
Llamada urgente de solidaridad en contra de la «ilegalización» de FAU Berlín

9 de marzo de 2010
CNT se concentra en las puertas del consulado honorario alemán de Aguadulce en solidaridad con la FAU-AIT.
El 11 de diciembre de 2009 la justicia Berlinesa de forma sumaria dictaminó que la FAU de Berlín no puede autodenominarse sindicato.
No se la ha ilegalizado como organización en sí, pero esta sentencia se traduce de facto en prohibir su labor sindical.
Durante más de una hora miembros del piquete informativo estuvieron repartiendo numerosas octavillas informando sobre la situación de nuestros compañerxs y se entrego un escrito de protesta en el consulado.
Con este acto reivindicativo nos sumamos a todas las movilizaciones que se están llevando a cabo en las puertas de los consulados y embajadas del gobierno Alemán en España, hasta que se restablezcan los derechos que como organización sindical le corresponden a la FAU.
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Contra a ilegalização da FAU-Berlim: Solidariedade sem fronteiras!
Nos dias 29 e 30 de Janeiro, respondendo a um apelo da FAU (Freie Arbeiterinnen und Arbeiter Union – secção da AIT na Alemanha), realizaram-se acções de protesto e solidariedade em pelo menos 52 cidades de 20 países, um pouco por todo o mundo, contra a sentença que ilegaliza o sindicato de Berlim desta organização anarco-sindicalista. As secções da AIT envolveram-se activamente nesta luta, continuando a realizar protestos enquanto a sentença não for revogada, demonstrando que uma agressão a um anarco-sindicalista é uma agressão a todos os anarco-sindicalistas.
Em Portugal, a secção portuguesa da Associação Internacional d@s Trabalhador@s desenvolveu vários actos de protesto junto de interesses e iniciativas do Estado alemão: na manhã de 29 de Janeiro foi entregue uma carta de protesto na embaixada da Alemanha em Lisboa, mais tarde foi distribuído um comunicado informativo à entrada do Ciclo de Cinema de Expressão Alemã, realizado pelo Instituto Goethe (embaixada cultural da Alemanha) no Cinema São Jorge, em Lisboa; no dia 19 de Fevereiro – véspera de uma manifestação de protesto realizada pela FAU em Berlim – realizou-se uma concentração e distribuição de comunicados junto da Embaixada da Alemanha em Lisboa. Também no Porto se vem organizando a solidariedade com a FAU com a difusão de informação e realização de reuniões públicas sobre o tema.
Numa secção especial da página web da FAU podem encontrar-se relatos dos protestos e informação actualizada sobre esta luta: www.fau.org/verbot/en/ (em inglês).
Materiais informativos em formato PDF:
+Cartaz
+Comunicado
+Cartaz do SOV Porto
Esta sentença teve origem no conflito que a FAU-Berlim e a sua secção sindical mantêm desde Junho de 2009 com o cinema Babylon, o único cinema semi-privado de Berlim. Desde essa altura, os trabalhadores do Babylon vêm lutando por um contrato colectivo de trabalho. Apesar deste cinema ser financiado com subsídios públicos, os seus trabalhadores recebem salários de miséria e não vêem os seus direitos laborais serem respeitados. Uma parte importante dos trabalhadores organizou-se na FAU-Berlim. A utilização pelos trabalhadores dos métodos e meios de acção próprios do anarco-sindicalismo, um boicote muito eficiente e presente nos meios de comunicação, reivindicações inovadoras e de grande alcance, assim como a participação dos próprios trabalhadores na decisão sobre as suas reivindicações e formas de luta a adoptar (algo muito pouco habitual na Alemanha), tiveram uma grande repercussão na opinião pública, não só na capital, mas por todo o país.
Quando a pressão exercida aumentou ao ponto de os gerentes do cinema não poderem continuar a negar-se a negociar, deu-se a intervenção não só de políticos, como também do sindicato Ver.di (sindicato alemão filiado na central sindical DGB – Confederação de Sindicatos Alemães, de tendência centralista e estatal) que, sem possuir qualquer tipo de representação na empresa, iniciou negociações com o conselho directivo do cinema Babylon. Os trabalhadores, apesar dos seus protestos, foram excluídos das negociações.
Hoje sabe-se que, por detrás das negociações, houve um pacto estabelecido entre os partidos políticos do governo de Berlim, o sindicato Ver.di e o conselho directivo do cinema Babylon para tirar a FAU-Berlim do assunto e acalmar a situação. Mas, apesar de tudo, os trabalhadores e a FAU recusaram-se a ser silenciados. A empresa reagiu com vários ataques jurídicos e o Ver.di com uma campanha de desprestígio contra a FAU. Primeiro, os boicotes – uma das principais formas de pressão utilizadas pela FAU-Berlim – foram proibidos por ordem judicial e colocou-se em dúvida a “capacidade para negociar acordos” da FAU (na Alemanha este é um pré-requisito para poder legalmente protagonizar lutas sindicais). Ao mesmo tempo, foram movidos outros processos em tribunal contra a FAU relacionados com a liberdade de expressão. Mas a FAU não se deixou amedrontar, o que levou a esta sentença do tribunal, que basicamente ilegaliza a FAU enquanto sindicato.
A decisão judicial é especialmente escandalosa pelo facto de ser proferida num processo sumário, sem qualquer possibilidade de defesa. Isto deve-se sobretudo à capacidade que, na Alemanha, o poder estatal e os grandes sindicatos, que geralmente colaboram com o patronato, têm para decidir quem pode e quem não pode constituir-se como sindicato.
Os sindicalistas e os trabalhadores em geral tinham, na realidade, mais direitos com o Kaiser no século XIX e nos anos 1920 do que nos tempos actuais! A situação actual na Alemanha é semelhante à da Turquia, por exemplo, onde os sindicatos são ilegalizados com frequência. Na Alemanha, hoje como ontem, e de novo, os anarco-sindicalistas vêem-se ameaçados com uma nova proibição, depois das de 1914 e 1933.
Pelo sindicalismo livre e revolucionário!
Pela revogação da sentença que ilegaliza a FAU-Berlim!
http://ait-sp.blogspot.com/2010/02/contra-ilegalizacao-da-fau-berlim.html
1. Estimados compañeros, amigos y personas que nos apoyan:
Queremos agradeceros vuestro apoyo durante el día de acción global. Vuestras impresionantes muestras de solidaridad han fortalecido nuestra lucha con el poder judicial y la patronal en el conflicto del Cine Babylon Mitte. Nos impresionó ver el apoyo recibido, desde todas partes del mundo, a la lucha de la FAU de Berlín por ser reconocida como Sindicato. Gracias por vuestra participación, los días de acción fueron un éxito completo y han puesto de manifiesto que la prohibición de facto de la FAU de Berlín no será aceptada. Ahora los tribunales tienen que reconocer que cualquier intento de silenciar a las organizaciones de clase trabajadora no quedara sin respuesta.
La lucha por la libertad sindical en Alemania no ha hecho más que comenzar; tendremos que organizar más días de acción y acción directa y acudir a más juicios antes de lograrla. Incluso antes de los días de acción global, muchos de vosotros ya habíais organizado protestas y habíais enviado cartas de protesta. Algunos de vosotros ya habéis anunciado que tenéis planeadas más acciones para un futuro inmediato.
Debemos mantener la presión para conseguir nuestro objetivo y os agradecemos cualquier aportación que podáis hacer. En las próximas semanas vamos a aumentar la presión sobre el Babylon através de involucrar a la BERLINALE, FESTIVAL DE CINE INTERNACIONAL, – que cuenta con el Babylon como una de sus sedes – en nuestras protestas. Hemos planeado una protesta frente al Babylon el 14 de Febrero de 2010 y una manifestación a través de Berlín el 20 de Febrero, ambas durante el festival.
¡Una agresión a uno es un ataque a todos!
Información sobre la prohibición y eventos: http://www.fau.org/verbot/en
2. Información: multa o cárcel inminente para la FAU de Berlín.
Cualquier día, la Corte Regional de Berlín puede multar a los afiliados de la FAU de Berlín (FAU-B) o mandarlos a la cárcel. Esto es debido a que los patrones del Cine Babylon Mitte quieren que la FAU-B (un Sindicato de trabajadores en el cual están organizados trabajadores de Babylon) sean acusado judicialmente por llamarse a si misma ‘Sindicato’ haciendo caso omiso a una orden judicial que no se lo permite.
Los patrones de Babylon han interpuesto la queja correspondiente en los juzgados y la FAU de Berlín ha entregado su replica. El juzgado debe decidir ahora si nos ha de imponer una pena. No es necesario celebrar una vista para que el juzgado tome la decisión, de modo que la FAU-B ya no puede ejercer ninguna influencia legal en la decisión. Desconocemos cuando el juzgado tomara su decisión – podría ser hoy, podría ser dentro de dos semanas. La decisión que puede tomar el juzgado es también imposible de predecir. Un mínimo de sentido común dictamina que la moción de Babylon es absurda. En cualquier caso, los juzgados de Berlín ya han puesto con anterioridad de manifiesto que no toleraran que la FAU-B se autoproclame Sindicato. Cualquier cosa es posible.
Así mismo se desconoce la cuantía de la multa. Podría alcanzar hasta 250.000 Euros y si la FAUB no puede pagarla; un apena de hasta seis meses de cárcel seria inevitable. Así pues los afiliados de la FAU-B son amenazados con condenas de cárcel simplemente por usar la palabra ‘Sindicato’. Esto convierte cada uno de nuestros pasos en peligrosos. Resulta obvio que esto forma parte de una estrategia para incapacitar y cerrar la boca a la FAU-B: pero no lograran silenciarnos.
Permaneced atentos a las noticias; quizá necesitemos vuestra solidaridad muy pronto.
3. Movilizaciones durante el Festival de Cine de Berlín (Berlinale)
Vamos a organizar protestas durante el 60 Festival de Cine de Berlín (del 14 al 20 de febrero de 2010) y alrededor de juicio. Habrá una concentración de protesta el 14 de Febrero, una movilización para el juicio el día 16 de Febrero y una manifestación el 20 de Febrero, comenzando en el lugar donde la ceremonia de clausura de la BERLINALE tendrá lugar.
Además de estas estamos intentando organizar diversas protestas más. De importancia capital para nosotros es la manifestación por la libertad sindical del día 20, para la cual nos estamos movilizando todo lo que podemos, no tan solo a nivel de Berlín sino a nivel nacional. Los compañeros, amigos y todos aquellos que deseen apoyarnos procedentes de fuera de Berlín o de Alemania quedáis cordialmente invitados a uniros a nosotros en la manifestación. Para ello organizaremos alojamiento. Si necesitáis alojamiento podéis contactar a faub11@fau.org
La manifestación comienza a las 18.00 en Potsdamer Platz, cerca de la Plaza Berlinale. Procuraremos traducir el llamamiento para la manifestación de protesta del 20 de Febrero al Inglés lo antes posible. Para ello, por favor, revisad http://www.fau.org/verbot/en
4. Otras formas de apoyarnos durante La Berlinale.
Otra forma de apoyarnos es presionar a La Berlinale. Adjunta podéis encontrar una carta de protesta que podéis enviar a la Berlinale.
Los datos de envío son:
Fax: +49 30 25920299
E-Mail: info@berlinale.de
Es posible que en algunas ciudades del extranjero se realicen actos conectados con la Berlinale, probablemente en colaboración con el Instituto Goethe. Estos actos también pueden ser una forma de informar acerca de la situación en Kino Babylon Mitte y de la FAU de Berlín.
El Festival Berlinale es de carácter internacional. Muchos cineastas internacionales toman parte de él (ver el programa) . Quizá estéis en contacto con alguno de ellos y lo podáis convencer de mostrar su solidaridad.
4B. Ejempo de carta de protesta a La Berlinale.
Sehr geehrte Damen und Herren, während der Berlinale arbeiten Sie mit mehreren Berliner Kinos zusammen. Unter anderem mit dem Kino Babylon Mitte.
Die GeschaÅNftsführung dieses Kinos geht zur Zeit aktiv gegen die Koalitionsfreiheit der Beschäftigten vor und führt ständige Prozesse gegen rundmail_berlinale_en.txt 2010-02-07 eine ihrer Interessenvertretungen, die FAU Berlin. Mittlerweile hat die GeschaÅNftsführung sogar ein Ordnungsgeld, ersatzweise Ordnungshaft, gegen die FAU Berlin beantragt. Dies bedroht nicht nur die Arbeitnehmervereinigung mit den meisten Mitgliedern im Kino Babylon, sondern schränkt die Freiheit sich gewerkschaftlich zu organisieren ganz allgemein ein.
Auch wenn die Berlinale nicht direkt für die Zustände im Kino Babylon Mitte verantwortlich ist möchte ich sie dennoch auf ihre soziale Verantwortung
gegenüber den ArbeitnehmerInnen, die Ihre Festspiele ermöglichen, hinweisen. Mit freundlichen Grüssen,
[Your name]
5. Más información/cómo contactar con nosotros.
Para más información acerca de los orígenes del conflicto sindical en Kino Babylon Mitte en Berlín y la represión contra la FAU de Berlín como consecuencia del conflicto, hemos dedicado secciones especiales en diversas lenguas en nuestra página Web.
No todas ellas contienen la misma información debido a nuestra limitada capacidad de traducción. Por favor revisad:
http://www.fau.org/verbot (Alemán)
http://www.fau.org/verbot/en (Ingles)
http://www.fau.org/verbot/es (Español)
http://www.fau.org/verbot/fr (for Frances )
Si navegáis por el articulo ‘Cómo apoyar’, podréis encontrar pequeñas partes de información disponibles en otras muchas lenguas.
Fuentes adicionales de información solo están disponibles en alemán:
http://prekba.blogsport.de (blog of Babylon Mitte workers)
http://www.fau.org/soli/babylon (The conflict at Babylon Mitte)
Os pedimos que compartáis la información que proporcionamos de la forma más amplia posible y que añadáis enlaces a nuestras secciones especiales. Cuanta mas gente sepa lo que pasa en Berlín, mayores son las posibilidades de que la solidaridad y las protestas se produzcan.
Cualquier artículo en vuestras paginas Web, blogs, en vuestra página local de Indymedia o cualquier otro foro de noticias, periódico o fanzine es más que bienvenido. Si alguien aporta esta información en una emisora de radio comunitaria, por favor enviadnos la grabación de forma que podamos compartirla con otros. Incluso si tenéis contactos en medios de comunicación mayoritarios que puedan estar interesados en el tema, no dudéis en pedirles que se pongan en contacto con nosotros.
Para cualquier contacto con la FAU de Berlín por favor dirigiros a: soli-faub@fau.org.
Para medios de comunicación por favor usad: faub5@fau.org.
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Солидарность с FAU: Гранада kpac
Солидарность с FAU: Бискайя kpac
Гранада: 5-й митинг за “Белградскую 6″ kpac
Акция CNT в Мадридском университете kpac
Митинг перед германским консульством в Сарагосе kpac
Митинг солидарности с FAU: Мадрид kpac
Акция в поддержку FAU в Киеве kpac
Пикет солидарности с FAU в Москве запрещен kpac
Братислава: солидарность с FAU kpac
Pútavé aktivity počas dní akcií na podporu zväzu FAU-Berlín pa
Útok na odborové práva v Nemecku. Podpor zväz FAU-Berlín. pa
Solidarität mit der FAU Berlin! fas- lisa
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CNT Sagunto estuvo allí

El pasado 30 de enero, y en respuesta al llamamiento de los compañeros de la FAU-AIT, la CNT volvió a concentrarse frente al Instituto Alemán en Madrid. Se denunciaba de esa manera la represión sindical que desde la judicatura alemana se está ejerciendo contra nuestra organización hermana.
Cerca de medio centenar de afiliados y afiliadas de la CNT madrileña, más algunos compañeros y compañeras provinientes de otras localidades, que previamente se habían acercado a la capital aprovechando la convocatoria de un Pleno Nacional ordinario, se concentraron frente a la sede del Instituto alemán entre Las 13:00 y las 14:00 h. para mostrar así la solidaridad con la FAU-AIT. Como novedad cabe destacar que esta vez hubo más presencia policial, señal de que les empieza a molestar la reiterada presencia de la anarcosindical en la calle y denunciando, una vez más, la falta de libertad sindical en Alemania.
La acción de denuncia del sábado tenía especial relevancia puesto que el 5 de enero de 2010, un tribunal de Berlín (Alemania) prohibía nuevamente a la federación local de Berlín de la FAU autodenominarse como “sindicato” o “sindicato de base”, amenzando a la organización sindical con multas de varios cientos de miles de euros o penas de prisión en el caso de que se atreva a usar de nuevo esta denominación, demostrando así la hipocresía del Estado alemán que, pese a denominarse “democrático” incumple las mínimas libertades que sobre el papel recoge su Constitución.
Este ataque jurídico a la libertad sindical en Alemania no es sólo el resultado de un conflicto laboral en el que la anarcosindical alemana se enfrenta desde hace meses con los encargados del cine Babylon Mitte, sino que excede el propio conflicto laboral puesto que ataca las más elementales normas laborales, como la de los trabajadores a crear sus propias organizaciones sindicales y afiliarse a la que más les convenga.
La FAU ha decidido defenderse de muchas formas contra esta ilegalización sindical de facto a la federación local de Berlín. Así pues, se ha decidido también recurrir la prohibición de manera jurídica a los tribunales europeos. Por nuestra parte, tanto desde el sindicato de Artes Gráficas, Comunicación y Espectáculos como desde el resto de sindicatos que componen la Federación Local de Madrid, reiteramos nuestra decisión de seguir denunciando la situación en la calle así como de demostrar toda nuestra solidaridad para con los compañeros y compañeras de la anarcosindical alemana.



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Protesta ante el consulado de Alemania por la ilegalización de un sindicato
- 50 personas se han concentrado hoy convocadas por CNT ante el consulado alemán
- Agencia Confederal de Barcelona, C.N.T – A.I.T.
En el marco de una campaña internacional, hoy se han convocado concentraciones en decenas de ciudades de todo el mundo en protesta por la sentencia de un juzgado de Berlín, que ilegaliza de facto la cualquier actividad sindical para el sindicato de trabajadores FAU-Berlín.
Unas 50 personas se concentraron hoy ante el Consulado alemán en la capital catalana convocados por el sindicato C.N.T. para protestar por la reciente sentencia emitida por el Juzgado de Distrito de Berlín que niega al sindicato Freie ArbeiterInnen Union (F.A.U.), fundado en 1956, tal condición y, por tanto, su derecho a ejercer libremente su acción sindical mediante acciones tales como la convocatoria de huelgas o el reparto y difusión de información de carácter laboral.
Esta sentencia viene motivada por la denuncia interpuesta por la parte empresarial de los cines berlineses Babylon, a raíz del conflicto laboral que los trabajadores, mayoritariamente organizados en el sindicato F.A.U., vienen manteniendo desde hace meses.
Ambos sindicatos, junto a muchos otros de diversas nacionalidades, se encuentran agrupados en la Asociación Internacional de Trabajadores (A.I.T.), lo que ha dado lugar a una campaña internacional de protesta y apoyo.
La C.N.T. hizo entrega de una carta de protesta al cónsul donde denuncia la grave vulneración cometida al derecho a la libertad sindical de los trabajadores alemanes contraviniendo la normativa internacional relativa a la misma establecida por el convenio de la Organización Internacional del Trabajo (O.I.T.) y ratificado por el estado alemán.
Agencia Confederal de Barcelona, C.N.T – A.I.T.
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Crónica de la concentración solidaria con la FAU de Berlín
El sábado 30 de Enero a las 12 del mediodía nos concentramos en las puertas del consulado alemán de Valencia
El sábado 30 de Enero a las 12 del mediodía nos concentramos en las puertas del consulado alemán de Valencia varios compañer@s de CNT y también algunas personas a título individual, para solidarizarnos con los compañer@s del sindicato FAU de Berlín que se encuentra en un momento complicado y en trámites de “ilegalización” como sindicato.
Acudimos alrededor de una veintena de personas con banderas y se hizo una pancarta en la misma calle para la ocasión. Vinieron compañer@s de CNT-La Plana y un afiliado a la FAU que nos acompañó durante todo el tiempo que duró la concentración. Se repartieron 300 panfletos informativos para informar a la población sobre la situación de Alemania. Se gritaron consignas como: “Solidaridad con la FAU alemana”, “La libertad sindical es un derecho”.
La concentración transcurrió con total con normalidad y algunos viandantes se acercaban a preguntarnos lo que sucedía en Alemania. La policía no hizo acto de presencia durante la hora y media que duró el acto.
LA SOLIDARIDAD INTERNACIONAL ES NUESTRA ARMA
PANFLETO REPARTIDO EN LA CONCENTRACIÓN:
LLAMADA URGENTE DE SOLIDARIDAD CONTRA LA “ILEGALIZACIÓN” DE FAU-AIT BERLÍN
FAU-Berlín es un sindicato alemán que practica el anarcosindicalismo y que está asociado a la AIT (Asociación Internacional de Trabajadores). El 11 de diciembre la justicia berlinesa de forma sumaria dictaminó que la FAU de Berlín no puede autodenominarse «sindicato» o «sindicato de base». No se la ha ilegalizado como organización en sí, pero esta sentencia se traduce de facto en prohibir su labor sindical. El fallo del Tribunal Estatal de Berlín no es casual, sino que está en estrecha relación con el conflicto laboral que mantiene la FAU berlinesa con el cine Babilón.
¿En qué se basa el anarcosindicalismo?
Es un sindicalismo de base, donde todas las decisiones se toman en asamblea. L@s trabajadores/as somos l@s encargad@s de gestionar el sindicato y de decidir sobre los conflictos que nos atañen. Nuestros métodos de lucha sindical se basan en la acción directa, sin intermediarios. No queremos subvenciones de ningún tipo ni participamos en las elecciones sindicales, porque no hay nadie mejor que el/la trabajador/a afectad@ para solucionar los conflictos laborales. Estos principios chocan con los sindicatos burocráticos mayoritarios, que solo buscan intermediar en los conflictos y firman convenios y pactos que acaban perjudicando a la clase trabajadora.
La situación de Alemania
En este país no existe ninguna tradición sindical combativa desde 1933. El llamado «sindicato único» DGB posee un monopolio corporativista protegido por la jurisprudencia que impide que surjan sindicatos alternativos. El alcance de la sentencia es enorme y de materializarse será nefasto. A partir del proceso, la FAU de Berlín es un sindicato ilegalizado de facto. La sentencia podría extenderse a la FAU alemana en su totalidad. Como precedente repercutirá en el movimiento sindical y los derechos de l@s trabajador@s en general.
DESDE LA CNT HACEMOS UN LLAMAMIENTO A LA SOLIDARIDAD INTERNACIONAL
EXIGIMOS LA INMEDIATA PARALIZACIÓN DEL PROCESO Y LA LIBERTAD SINDICAL DE LA FAU-AIT
Firenze 30 gennaio 2010. Azione di solidarietà alla F.A.U. – A.I.T. |
| Domenica 31 Gennaio 2010 18:05
Il giorno 30 si è svolto un volantinaggio sotto il consolato Tedesco a Firenze organizzato dalla Federazione Usi Toscana e da alcuni compagni fiorentini. E’ Stato affisso un cartellone accanto al portone del consolato a riassumere la vicenda Fau. Sono stati distribuiti volantini; alcuni sono stati lasciati fino alla soglia interna del consolato. Il testo del volantino: |
Concentración solidaria contra la “prohibición” de la F.A.U.-A.I.T. de Berlín, frente al consulado alemán en Málaga.
El pasado viernes 29 de enero de 2.010 por la mañana, laC.N.T.-A.I.T. malagueña se congregó en el frontis del consulado alemán de Málaga para protestar contra la reciente resolución de la justica berlinesa que no reconoce como sindicato a la F.A.U.-A.I.T. de Berlín. Estas siglas corresponden a la Freie Arbeiter-Union, en castellano, Unión Libre de Trabajadores, sindicato asociado a la Asociación Internacional de los Trabajadores; al igual que nuestro.
Esta sentencia, que se dictaminó el pasado 11 de diciembre por el Tribunal Estatal de Berlín, se traduce de facto en prohibir su labor sindical. En caso de desobedecer, se la ha amenazado con multas de varios cientos de miles de euros y penas de prisión. Todo ello, se declaró en un juicio sumario sin vista oral y sin posibilidad alguna de que la F.A.U.-A.I.T. tomase parte en él.
El fallo de este Tribunal no es casual, sino que está en estrecha relación con el conflicto laboral que mantiene la F.A.U. berlinesa con el cine Babylon, cuya junta directiva buscaba dicho veredicto.
Desde junio de este año, la F.A.U.-A.I.T. de Berlín y su sección sindical en el cine Babylon han luchado por un convenio colectivo en el único cine semi-privado de la ciudad. A pesar de que recibe subvenciones públicas, sus trabajador@s reciben unos sueldos de miseria y no se respetan sus derechos laborales.
Su lucha y eficiente boicot, ha supuesto una serie de mejoras de sus condiciones laborales y ha tenido una amplia repercusión en la opinión pública. Contra ellos, junto a los empresarios, se han situado: partidos políticos (Die Linke), burócratas sindicales (Ver.di), y en último lugar, la justicia berlinesa.
Nuestra concentración se ha realizado en respuesta a la convocatoria de la FAU-AIT de dos jornadas internacionales de protesta para los días 29 y 30 de enero. Así, hemos expresamos nuestro repudio a la represión sindical que ejerce el estado alemán contra los trabajador@s que se quieren organizar con independencia del Estado y la patronal. Así, hemos mostrado nuestra solidaridad para con los compañeros alemanes y nuestro convencimiento de que finalmente, y por muchas zancadillas que les ponga tanto la patronal como la justicia burguesa, saldrán adelante, victoriosos.
Tuú también puedes apoyar a la F.A.U., mandando una carta a la embajada o consulado de Alemania más cercano:
Crónica de la concentración ante el Consulado Alemán en Bilbao
Tras los recientes ataques a la libertad sindical en Alemania los compañeros de la FAU-AIT han convocado unas jornadas de protesta los días 29/30 de Enero 2010. Desde CNT Bizkaia hemos querido hacernos eco de este llamamiento.
El 29 de Enero, a las 12 de la mañana CNT Bizkaia se concentró en la Calle San Vicente, 8 (Edificio Albia), donde en la planta 13 dpto. 3, tiene su sede el Consulado de Alemania. Concentrados en la puerta de dicho edificio hemos repartido octavillas informativas. Nos hemos personado en las oficinas del Consulado alemán para hacer entrega de un escrito de protesta.
El trasfondo es que éste sindicato anarquista fue ilegalizado hace poco a causa de un duro conflicto laboral, en el que los trabajadores organizados en él, simplemente pedían un nuevo convenio laboral y dignidad como trabajadores. En una sentencia a favor de otro sindicato amarillo, vendido al Estado, llamado Ver.di, se declaró también que la F.A.U. de Berlín ya no puede hacerse llamar “SINDICATO” o “SINDICATO DE BASE”. Esta sentencia es a nivel estatal, y si los miembros de la F.A.U. osaran hacerse llamar de tal manera, caerían sobre ellos multas de cientos de miles de euros y hasta penas de prisión.
Nosotros creemos, que es cosa de los trabajadores definir lo que es un sindicato, no de la “justicia” del Estado. Es de destacar también que la juez que ordenó ésta sentencia, comparable solamente con la de un régimen totalitario, es también miembro de Ver.di. Todo apunta a una sucia maniobra del Estado Alemán para acabar con el creciente anarcosindicalimo de la F.A.U.
Sin embargo, como miembros de una organización internacional, la Asociación Internacional de Trabajadores (A.I.T.), nos vemos obligados en nuestros respectivos países a mostrar nuestro más profundo rechazo hacia las prácticas antisindicales de los Estados, en éste caso del Estado Alemán. Nos han ilegalizado y perseguido una y otra vez a lo largo de la historia por NO funcionar como ellos quisieran: pues NO tenemos ni liberados sindicales vendidos, NO recibimos subvenciones del Estado y NO nos presentamos a esa gran farsa de las Elecciones Sindicales. Nuestras armas son la SOLIDARIDAD, APOYO MÚTUO y ACCIÓN DIRECTA.
¡POR LA LIBERTAD SINDICAL EN ALEMANIA! ¡ORGANÍZATE Y LUCHA!
CNT Bilbao
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Solidarität mit der FAU Berlin! LISA
Heute protestierten etwa ein Dutzend Personen (Mitglieder der FAS Lokalföderation Wien und SympathisantInnen) vor der deutschen Botschaft in Wien anlässlich des “internationalen Aktionstag gegen den Angriff auf die Gewerkschaftsfreiheit” gegen das faktische Gewerkschaftsverbot, welches der FAU Berlin im Zuge eines Arbeitskampfes im Kino Babylon auferlegt wurde.

Es wurden Flugblätter an die spärlich anwesenden PassantInnen verteilt, einem Botschaftsmitarbeiter wurde eine Protestnote überreicht.
Wir, die FAS Lokalföderation Wien, wollen unseren Beitrag dazu leisten, die Öffentlichkeit über diese skandalösen Vorfälle zu informieren. Wir fordern die Bundesrepublik Deutschland dazu auf, dieses Verbot rückgängig zu machen und die FAU Berlin nicht weiter mit Strafen zu bedrohen, wenn sie sich als Gewerkschaft für die Interessen und Belange ihrer Mitglieder einsetzt!
Infos über das Verbot hier: http://www.fau.org/verbot
Solidarisiere Dich und werde aktiv:
Online Protestbrief an das deutsche Außenministerium:
www.fau.org/verbot/protest/foreign_office_berlin/
Online Protestbrief an das Kino Babylon:
www.fau.zsp.net.pl/send-a-protest-to-kino-babylon/emailpage/

Münster, 15/01/2010. El 5 de enero de 2010, un tribunal de Berlín (Alemania) ha prohibido nuevamente a la federación local del sindicato “Freie Arbeiterinnen- und Arbeiter Union” (FAU) autodenominarse como “sindicato” o “sindicato de base”. En el caso de que la FAU de Berlín se atreviese a usar de nuevo esta denominación, se la ha amenazado con multas de varios cientos de miles de euros o penas de prisión.
Este ataque jurídico a la libertad sindical en Alemania no es sólo el resultado de un conflicto laboral en el que FAU Berlín se enfrenta desde hace meses con los encargados del cine Babylon Mitte. La FAU opina que es un asunto exclusivo de los trabajadores y trabajadoras el definir lo que es un sindicato, y qué sindicato queremos, y no un asunto de la justicia.
La FAU ha decidido defenderse de muchas formas contra esta ilegalización sindical de facto a la federación local de Berlín. Así pues, se ha decidido también recurrir la prohibición de manera jurídica a los tribunales europeos.
Sin embargo, nuestra mayor arma como trabajadores y trabajadoras no es la confianza en la justicia, sino nuestra solidaridad sin límites y la acción directa.
Día global de protestas…
Por ello hacemos un llamamiento a las secciones de la “Asociación Internacional de los Trabajadores” (AIT), a la que está adherida la FAU, y a todos los demás sindicalistas, amigos/as y compañeros/as, para que se unan a la movilización global en apoyo de la FAU de Berlín.
Comenzará el 29/30 de enero de 2010 con un día de protestas. Para estos días se han planeado acciones de protesta en diferentes países enfrente de las representaciones diplomáticas e instituciones culturales del Estado alemán.
…y más movilizaciones
La FAU colgará en los próximos días en la página web http://www.fau.org/verbot diferentes propuestas de apoyo. Lo que sí queremos adelantar es que para nosotros es muy importante la mayor difusión posible de toda la información relacionada con las movilizaciones. Todo lo que publiquéis, por favor, remitidlo a la dirección de correo indicada. Para cualquier duda, mensajes de solidaridad, entrevista, crónicas de acciones, información, etc., hemos abierto la cuenta de correo electrónico soli-faub@fau.org.
FAU-IWA International working group
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Sección de Enseñanza de Valencia CNT
Concentración de solidaridad con la FAU el 30 de enero
Sección de Enseñanza de Valencia
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Llamada urgente de solidaridad en contra de la «ilegalización» de FAU Berlín

Como probablemente ya sabréis, el 11 de diciembre la justicia berlinesa de forma sumaria dictaminó que la FAU de Berlín no puede autodenominarse «sindicato» o «sindicato de base». No se la ha ilegalizado como organización en sí, pero esta sentencia se traduce de facto en prohibir su labor sindical. El fallo del Tribunal Estatal de Berlín no es casual, sino que está en estrecha relación con el conflicto laboral que mantiene la FAU berlinesa con el cine Babylon, cuya junta directiva buscaba dicho veredicto.
Os pedimos, por ende, solidaridad internacional urgente.
Podéis, por ejemplo:
• Realizar acciones de protesta ante las representaciones políticas alemanas (embajadas, consulados, etc.) o cualquier otro representante de Alemania en vuestros países.
• Enviar cartas de protesta a la embajada alemana en vuestros países y una copia a la junta directiva del cine Babylon.
• Enviar faxes de protesta al Tribunal berlinés responsable.
Pronto podréis encontrar toda la información importante en http://www.fau.org/verbot. Se incluirá una lista de las instituciones alemanas en el extranjero, sugerencias, modelos de carta de protesta y los contactos
necesarios.
Para el sábado 19 de diciembre hay preparada una manifestación en Berlín. Cualquier acción que podáis organizar con tan poco tiempo, será bienvenida. Vuestra solidaridad no tiene por qué ceñirse a dicha fecha.
Nota importante: Es posible que el fallo sea revocado de un día para otro, pero no vamos a quedarnos de brazos cruzados esperando a que esto ocurra. El mero hecho de habernos ilegalizado, aunque sea de forma provisional, requiere de una respuesta contundente. Por lo tanto, este asunto es de vital importancia para nuestros derechos como trabajadores en Alemania.
Os informaremos inmediatamente en caso de que la sentencia sea revocada. Toda la información y trasfondo del conflicto está en los textos adjuntos.
En solidaridad,
Lars Röhm | faub5@fau.org | +49 1577-8491072
Queda prohibida la labor sindical de FAU Berlín
Llamada urgente de solidaridad internacional
Desde el día 11 de diciembre de 2009 queda prohibida la labor sindical de la FAU berlinesa. La sentencia ha sido dictaminada sin vista oral y sin que la FAU de Berlín tuviese conocimiento de las medidas legales adoptadas por Neue Babylon Berlin GmbH, empresa con la que mantiene un conflicto
laboral desde hace varios meses. La sentencia no sólo priva a FAU Berlín de sus derechos sindicales en el conflicto, sino que, además, le prohíbe autodenominarse como «sindicato».
Trasfondo
Desde junio de este año, la FAU de Berlín y su sección sindical llevan luchando por un convenio colectivo en el único cine semi-privado de la ciudad. A pesar de que recibe subvenciones públicas, sus trabajador@s
reciben unos sueldos de miseria y no se respetan sus derechos laborales. Una parte importante de la plantilla está afiliada a la FAU de Berlín. Este conflicto, que representa el primer gran conflicto de la aún pequeña FAU
Berlín, no sólo ha tenido eco en la capital, sino también a nivel federal (léase en Alemania, a nivel nacional).
Los anarcosindicalistas en lucha, un boicot muy eficiente y presente en los medios de comunicación, mejores condiciones laborales y de gran alcance, y la participación de l@s propi@s trabajador@s, algo inusual en
Alemania, han tenido una amplia repercusión en la opinión pública. Al aumentar la presión, hasta el punto de que los gerentes del cine no pudieron seguir negándose a negociar, intervino no sólo la esfera política,
sino también el sindicato ver.di (adherido a la central sindical DGB) que, sin tener representación alguna en la empresa, entró en negociaciones con la junta directiva de Babylon. L@s trabajador@s fueron excluid@s a
pesar de sus protestas.
Hoy se sabe que detrás de estas negociaciones, hay un pacto entre los partidos políticos del gobierno de Berlín, el sindicato ver.di y la junta directiva de Babylon para quitarse a la FAU de Berlín de encima y calmar
la situación. A pesar de ello, la plantilla y la FAU no se han callado. La empresa reaccionó con varios ataques jurídicos y ver.di con una campaña de desprestigio contra la FAU. Fueron prohibidas, por orden judicial,
herramientas de lucha como el boicot y se puso en duda la «capacidad para negociar convenios» de la FAU (en Alemania esto es un requisito previo para poder firmar convenios colectivos). Al mismo tiempo, los gerentes demandaron a la FAU en varias ocasiones por distintas frases en notas de prensa y octavillas. Sin embargo, esto tampoco logró amedrentar a la FAU de Berlín. Así se llegó a la última sentencia que ilegaliza a la FAU
como sindicato.
La situación en Alemania
Desde un primer momento, la FAU de Berlín ha sostenido que en este conflicto, por marginal que pueda parecer, no sólo se lucha por mejores condiciones laborales, sino por la libertad sindical como derecho
fundamental en Alemania. En este país no existe ninguna tradición sindical combativa desde 1933. El llamado «sindicato único» DGB posee un monopolio corporativista protegido por la jurisprudencia que impide que surjan sindicatos alternativos. La autoorganización y la descentralización sindical no son características que estén legalmente protegidas o que se promuevan en los sindicatos de Alemania.
El modesto conflicto de FAU Berlín en el cine Babylon ha demostrado que hay una alternativa sindical por primera vez en la historia de la República Federal Alemana. La existencia de esta alternativa no puede ser
tolerada por los sindicatos del Estado y la esfera política, probablemente temerosos de que se extienda como un virus. La ilegalización de la labor sindical de la FAU se ha de ver en este contexto. La sentencia implica
no poder constituir sindicatos acorde a la ley alemana, porque, aunque sea paradójico, la condición de sindicato depende del reconocimiento oficial previo. Los conflictos laborales llevados sin esta «legalización»,
sin la condición de sindicato oficial, puede acarrear duras sanciones jurídicas. En dos ocasiones, la FAU ha sido amenazada con multas de 250 mil euros o encarcelamiento en caso de no cumplir las sentencias. Por lo
tanto, la FAU no puede desarrollar su trabajo sindical de forma legal a raíz de este dictamen. Otra vez l@s anarcosindicalistas aleman@s se ven amenazados con una nueva prohibición desde las de 1914 y 1933.
El fallo judicial es especialmente licencioso por el hecho de que se declarase en un juicio sumario sin vista y sin posibilidad alguna de que la FAU tomase parte en él. Esto se debe también a la ausencia en Alemania
del concepto de sindicato y a la arbitrariedad con la que los poderes deciden en materia sindical. La RFA ha firmado los acuerdos de la OIT, pero en la práctica éstas no existen, porque los grandes sindicatos, casi
siempre en colaboración con la patronal, deciden lo que es un sindicato y lo que no. Los sindicalistas tenían más derechos con el Káiser en el siglo XIX y en los años 20. La situación actual en Alemania se parece a la
situación de Turquía, por ejemplo, donde los sindicatos son ilegalizados con frecuencia.
Obviamente existe la posibilidad de recurrir la sentencia, pero la FAU de Berlín no pretende agarrarse a ello como a un clavo ardiendo. A estas alturas todo es posible. El clientelismo político y el intento de acabar con
toda iniciativa sindical de raíz son evidentes.
Alcance
El alcance de la sentencia es enorme y de materializarse será nefasto. Desde el viernes, la FAU de Berlín es un sindicato ilegalizado de facto. La sentencia podría extenderse a la FAU alemana en su totalidad. Como
precedente repercutirá en el movimiento sindical y los derechos de l@s trabajador@s en general. Cualquier alternativa sindical no será posible al haberse sentado jurisprudencia. Esto es una novedad en la represión
antisindical en Alemania. El patrón no sólo podrá elegir él mismo a sus sindicatos, sino que también podrá decidir qué es un sindicato. La lucha obrera, ya sea en el cine Babylon o en cualquier otra parte, será
ilegal; la desmovilización de la clase obrera se institucionalizará aún más. Ver.di también es culpable por su participación anti-solidaria, y es muy probable que haya presionado para que tuviese lugar esta sentencia, ya
que declararon por escrito que veían a la FAU como un rival y que era necesario actuar en contra de ella.
Embiar correo
Saludos de Año Nuevo
Enviar un correo electrónico de protesta a la Oficina de Asuntos Exteriores alemán en Berlín
Su información se inserta en un formulario web de la Oficina de Asuntos Exteriores alemán y enviar a ellos
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Apoyamos la FAU y trabajadores de Kino Babylon derecho a organizarse!
A quien sea,
Alemania pretende ser un ejemplo brillante de la democracia, pero la democracia no parece contar en lo que respecta a los derechos de los trabajadores a sindicalizarse. Debido a las prohibiciones, su libertad para formar sindicatos está siendo restringida.
El Tribunal Regional de Berlín ha decidido que la FAU de Berlín ya no puede llamarse una “unión” o de una unión “de base”. Esto se hizo sin una audiencia. La prohibición de una organización independiente de trabajadores es un escándalo.
No podemos dejar que la pisen los derechos de los trabajadores en su país. No sólo estará a su lado mientras que la República Federal de Alemania infringe convenios de la OIT y los derechos humanos.
Vamos a informar al público sobre este escandaloso estado de cosas, y pedimos a la República Federal de Alemania para revocar esta prohibición y deje de amenazar la FAU de Berlín, con sanciones cuando públicamente defiende los intereses y necesidades de sus miembros.
Atentamente,
http://www.fau.org/verbot/protest/foreign_office_berlin/
New Year Greetings
Send a protest mail to the German Foreign Office in Berlin
Your informations will be inserted into a webform of the German Foreign Office and send to them
required fields = *
We support FAU and Kino Babylon workers right to organize!
To whom it may concern,
Germany claims to be a shining example of democracy, but democracy doesn’t seem to count when it comes to the rights of the workers to unionize. Because of bans, their freedom to form unions is being restricted.
The Berlin Regional Court has decided that the FAU Berlin can no longer call itself a “union” or a “grassroots union”. This was done without a hearing. The prohibition of an independent organization of workers is a scandal.
We cannot let you walk all over workers’ rights in your country. We won’t simply stand by while the Federal Republic of Germany infringes upon ILO conventions and human rights.
We will inform the public about this scandalous state of affairs, and call on the Federal Republic of Germany to overturn this prohibition and to stop threatening the FAU Berlin with penalties when it publicly stands up for the interests and needs of its members.
Yours truly,
Here is a form to send a prepared protest mail to the German Foreign Office in Berlin

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